terça-feira, 11 de novembro de 2008

Olhar Intimista

Eu gosto de escrever como quem conta uma história
Do longo padecer, crio o que me aponta a prosódia
Sem mesmo querer, professor eu me torno
Fazendo entender que o todo é um forno
De onde assar é obedecer o fogo e o baixo assado
que faz fumaça e o beber, um com outro em um caldo
se bebo enquanto se faz o comer, já se torna diferente
é bom como escrever no papael uma dor pungente
e assim acabo sem saber se gostei ou escrevi
muito pouco importa, pois o mais difícil esqueci
E, se não é esquecer a arte de levar a vida
para breve em breve aprendar, com cada ferida
sem também ser dileto viver a cousa esquecida.

Petro.

Um comentário:

Imcompreendida disse...

"é bom como escrever num papel uma dor pungente" Muito bom!!! Parabens!!!